Atendimento hospitalar deve ser igual para todo Moçambicano

As clínicas especiais e outros serviços de atendimento especial nos hospitais públicos do país deixarão de funcionar ainda este ano. A medida visa a proporcionar um serviço igual a todos os utentes que procuram pelo Serviço Nacional de Saúde, independentemente da sua condição financeira. Esta revelação foi feita hoje pelo Ministro da saúde Paulo Ivo Garrido, a propósito da IV Reunião Nacional do Conselho Nacional Hospitalar que decorre de 7 a 9 de Fevereiro em Maputo no MISAU.

Participam no IV Conselho Hospitalar directores nacionais, chefes de departamentos centrais, directores gerais e clínicos dos hospitais centrais, gerais e chefes de programas Clínicos. O objectivo do encontro é avaliar e perspectivar o funcionamento dos hospitais do nível secundário, terciário e quarentenário de modo a oferecer cuidados de saúde de qualidade.Falando na abertura do encontro o Ministro da Saúde disse que a gestão dos hospitais têm de ser feita de um modo integral e integrado, para proporcionar um conjunto de serviços de primeira categoria para todos os utentes. “Os serviços prestados nos nossos hospitais devem ser especiais para todos e não especiais apenas para uma minoria”.Outra preocupação apontada pelo ministro é a qualidade da alimentação servida aos doentes, disse que é comum nos nossos hospitais a alimentação ser única e exclusivamente controlada por cozinheiros ou serventes, quando é sabido que a alimentação é parte essencial do tratamento dos doentes. Apelou aos directores dos hospitais que sejam eles a controlar diariamente a quantidade e qualidade da alimentação dos doentes. O IV Conselho Hospitalar que termina na 6ª feira vai ainda analisar algumas propostas importantes tais como: O estatuto dos hospitais, o regulamento dos hospitais, as normas dos serviços de urgência e as normas dos blocos operatórios. (AI)

eZ publish™ copyright © 1999-2010 eZ systems as