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Segundo o balanço epidemiológico deste sábado, 20 de Junho, anunciado pelo Ministério da Saúde (MISAU), vinte pessoas testaram positivo ao novo Coronavírus, elevando para 688 o total de casos de infecção por esta pandemia.

Dos novos casos diagnosticados, 19 são cidadãos moçambicanos e um é português. Dos casos testados, cinco são de Cabo Delgado, sete de Nampula, um da Zambézia, dois de Tete, um de Sofala, dois da província de Maputo e dois da Cidade de Maputo.

Os novos casos de infecção saem do lote de 841 amostras testadas nas últimas 24 horas, num universo de 23.104 já analisados em laboratório desde o início da pandemia no país. 

Segundo a directora nacional de Saúde Pública, Rosa Marlene, que falava durante a conferência de imprensa de actualização de dados da COVID-19, os vinte pacientes têm sintomatologia leve, por isso, “encontram-se em isolamento domiciliar.

Em relação aos recuperados, não houve registo de novos casos, mantendo-se o cumulativo de 177.

Entretanto, Marlene revelou que dos 8 doentes que se encontravam internado, dois receberam alta, sendo “um de Cabo Delgado e outro da Cidade de Maputo”, encontrando-se a cumprir isolamento domiciliar.

 

Assim sendo, seis cidadãos continuam nos cuidados hospitalares.

 Sobre casos de cidadãos moçambicanos que regressam ao país do estrangeiro, nomeadamente a vizinha África do Sul, o director nacional de Inquéritos e Observação de Saúde no Instituto Nacional de Saúde, Sérgio Chicumbe, avançou que é feito todo o acompanhamento com a devida biossegurança para que estejam em quarentena.

“São criadas condições para permanecerem em quarentena.  Em outros casos, encaminhados para os seus destinos de modo a cumprirem quarentena. Na vasta maioria, este processo decorre com acompanhamento das autoridades de saúde”, explicou Chicumbe.

Actualmente o país conta com 688 casos positivos da COVID-19, dos quais 625 são de transmissão local e 63 importados. Até ao momento, existe um cumulativo de 1.067.563 pessoas rastreadas no país, das quais 19.341 foram submetidas à quarentena domiciliar e 2.707 continuam em seguimento.

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