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O país registou, nas últimas 24 horas, mais um óbito e 29 casos de infecção pelo novo coronavírus, elevando o cumulativo para quatro vítimas mortais e 638 pacientes desta doença.

Segundo a directora nacional de Saúde Pública, Rosa Marlene, falando na habitual conferência de imprensa de actualização de dados da COVID-19, o óbito é de uma criança com 6 anos de idade que esteve internada nos cuidados intensivos da Pediatria do Hospital Central de Nampula, no dia 21 de Maio último, com sintomas cardíacos, vindo do distrito de Mogovolas. A amostra para o teste da COVID-19 foi colhida no dia 26 de Maio e o resultado positivo reportado no dia 30 do mesmo mês.

“Após o tratamento e avaliação clínica, teve alta no dia 2 de Maio com recomendação para seguimento ambulatório. A criança estava em isolamento domiciliar”, explicou Rosa Marlene, reiterando que a morte ocorreu esta segunda-feira no seu domicílio.

Em relação aos 29 novos casos, referiu que todos são de nacionalidade moçambicana, estando dois em Cabo Delgado, um em Niassa, catorze em Nampula, três em Tete, cinco na província de Maputo e quatro na Cidade de Maputo.

A responsável disse que estes casos saem de um lote de 682 amostras testadas nos laboratórios nacionais, maior parte recolhidas em acções de vigilância activa nas unidades sanitárias e rastreio de contactos.

 

Rosa Marlene revelou que mais  três pessoas recuperaram da doença, elevando o cumulativo para 160 indivíduos livres do novo coronavírus.

Sobre os moçambicanos na diáspora, a responsável assegurou que existe um cumulativo de 21 casos e um óbito.

Questionado sobre os casos de pacientes que oferecem endereços falsos às equipas de vigilância, Sérgio Chicumbe, director nacional de Inquéritos e Observação de Saúde no Instituto Nacional de Saúde, sublinhou que de forma geral as pessoas colaboram com as equipas de resposta que se encontram no terreno e “em muitos casos os endereços são verdadeiros”.

Neste momento, o país conta com 682 casos de COVID-19, dos quais 576 são de transmissão local e 62 importados, sendo que maior parte destes são de cidadãos provenientes da vizinha África do Sul.

Importa referir que existe no país um cumulativo de 1.028.633 pessoas rastreadas para a COVID-19 nos diferentes pontos de entrada, dos quais 18.626 foram submetidas à quarentena domiciliar, sendo que 2.259 continuam em seguimento

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